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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Notícias do Mercado - Clipping 22 a 28/07

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Brasil entre os maiores destinos de investimento
O Brasil saiu da 14ª para a 5ª posição no ranking dos principais destinos de Investimento Estrangeiro Direto (IED) de 2009 para 2010, de acordo com World Investiment Report de 2011, da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), divulgado ontem no Brasil pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet).
“Com o avanço mais acentuado dos ingressos de IED no Brasil do que no resto do mundo, o País saltou nove posições entre os principais destinos de IED de 2009 para 2010”, reforçou o presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima.
De acordo com o documento, a desconcentração dos fluxos de IED ocorre não apenas por destino, mas também por origem. Fluxos originados em economias em desenvolvimento aumentaram 21% em 2010. Estes agora respondem por 29% dos fluxos globais, de acordo com a Unctad.
Em 2010, seis economias em desenvolvimento encontravam-se entre as Top 20 investidoras. “Mantida a atual velocidade de desconcentração dos fluxos de IED por origem, em 2017 deverão ultrapassar economias desenvolvidas como fontes de IED”, observou Lima.
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Nordeste vira a 'bola da vez' no ramo publicitário
O mercado publicitário começa a ver o nordeste brasileiro como o nicho mais promissor para seus negócios no País, pois a expectativa este ano é de um incremento de 30% na região - o dobro da taxa nacional. O anúncio do governo de Dilma Rousseff de investir até R$ 120 bilhões nos estados nordestinos até 2017, o impulso da renda das classes C e D e o apelo do turismo local são chamarizes. O publicitário pernambucano Queiroz Filho, diretor da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), acredita que o nordeste é "a bola da vez".
Uma das empresas que perceberam o cenário é a agência de comunicação e eventos br4.cgn. "Estamos estudando a fundo o mercado de Pernambuco, em especial Recife, pois a área cresce acima da média nacional", afirmou o sócio do grupo, Fernando Cardoso. Para ele, muito desse potencial se deve ao Complexo Industrial Portuário de Suape. "O investimento privado no empreendimento já ultrapassou R$ 22 bilhões." Sérgio Melo, presidente da agência publicitária Meius, de Salvador (BA), estima que o mercado publicitário da região vai surpreender. "Não há limites sobre quanto os nordestinos podem consumir e produzir de publicidade", comentou.
Outro termômetro do alto consumo no nordeste vem de Fortaleza (CE), hoje a terceira capital em volume de vendas de veículos importados do País. Das 55 concessionárias existentes na cidade, ao menos 27 são revendas de veículos importados. Claider Rodrigues Fernandes, executivo do grupo Smaff, importador da marca Hyundai, acredita que há ainda muito espaço para expansão no estado, especialmente por causa do aumento da renda e da estabilidade no emprego.
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Pernambuco: Inserção na economia global
Com o aumento do PIB e elevação das exportações e importações, o Estado deverá se consolidar no mercado internacional
A economia de Pernambuco vive um processo de transformação irreversível. Em 2010, o Estado comemorou crescimento recorde do Produto Interno Bruto (PIB), com taxa de 9,3% (acima da média nacional de 7,5%) e a geração de mais de 100 mil postos de trabalho com carteira assinada. O bom desempenho é resultado dos empreendimentos já implantados, a exemplo do Estaleiro Atlântico Sul, e da construção e montagem da Refinaria Abreu e Lima e da Petroquímica Suape. Como os investimentos não vão parar por aí, a consultoria Multivisão traçou dois cenários positivos para o Estado até 2035, nesta 11ª edição da Pesquisa Empresas & Empresários.
“A chegada desses grandes empreendimentos vai permitir uma maior integração de Pernambuco na economia global, com elevação no comércio exterior (importações e exportações) no PIB”, prevê Sérgio Buarque. O Estado também deverá se consolidar como centro logístico do Nordeste oriental e assistir a um aumento da participação da indústria no PIB.
Num primeiro cenário, nos próximos 25 anos o PIB pernambucano cresceria pouco mais de três vezes, passando dos atuais R$ 80 bilhões para algo em tono de R$ 255 bilhões. Enquanto que na hipótese mais otimista, o PIB seria multiplicado por cinco, alcançando R$ 409 bilhões. Na avaliação de Buarque, o que vai definir qual dos dois cenários vai se concretizar são as chamadas incertezas críticas. “Como os governos vão lidar com os grandes estrangulamentos econômicos, a exemplo do baixo nível de qualificação e de educação, além dos desequilíbrios sociais e territoriais? Que postura vão assumir no futuro os empresários pernambucanos para aproveitar as oportunidades?”, questiona.
O economista destaca que Pernambuco tem 53,6% de jovens com mais de oito anos de estudo. A taxa está oito pontos percentuais abaixo de São Paulo. A taxa de analfabetismo chega a 8,3%, mais que o dobro novamente na comparação com São Paulo. Buarque alerta, ainda, para a necessidade de os empresários locais se preparem para conquistar espaço nas cadeias produtivas que vão se formar a partir dos investimentos estruturadores.
A criação de um ambiente competitivo para atrair os empresários também é apontada como estratégia do governo. “É um grande desafio preparar o Estado adequadamente para receber os investimentos que estão chegando e demandam planejamento, articulação e estratégia. Por isso, nosso governo criou um modelo de gestão e planejamento que vislumbra horizontes largos”, diz o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Porto de Suape, Geraldo Júlio.

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Matriz industrial do Estado é renovada
Setores estreantes, como montadora de veículos e Polo Petroquímico delineiam o retrato da nova economia
Pernambuco vive uma nova revolução industrial. Um processo de reindustrialização ancorado na chegada de empreendimentos que não figuravam no nosso mapa econômico. Na região do Complexo de Suape, onde antes da construção do porto só brotava cana de açúcar, despontam fábricas de navios, montadora de veículos, unidade de refino de petróleo, siderúrgica e complexo petroquímico. Ao norte do Grande Recife, a instalação de um polo farmoquímico no município de Goiana inaugura na região uma indústria intensiva em tecnologia. É o retrato da nova economia do Estado.
O Polo Farmoquímico poderá colocar Pernambuco na rota dos players mundiais
O novo cenário econômico de Pernambuco aponta para a tendência de aumento da participação da indústria no Produto Interno Bruto, ao longo dos próximos anos. Na década de 80, o setor respondia por um quarto do PIB e a estimativa é voltar a esse patamar a partir da maturação dos novos empreendimentos. Hoje os serviços lideram com participação de 66,7% contra 16,6% da indústria. A boa notícia é que mesmo diminuindo sua fatia, os serviços não perdem dinamismo porque o setor industrial alavanca o terciário.
Algumas empresas estão aproveitando oportunidades em mais de um segmento ao mesmo tempo. É o caso da recém- nascida Cone S.A. – companhia formada pelos sócios da construtora Moura Dubeux Engenharia e pelo Fundo de Infraestrutura/ FGTS, gerido pela Caixa Econômica Federal. A empresa vai aportar os investimentos na infraestrutura da Companhia Siderúrgica Suape (CSS), que será construída na região com orçamento estimado em R$ 1,5 bilhão e geração de 800 empregos diretos.
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Pernambuco: panorama da próxima geração
Os estudos apontam para duas perspectivas de crescimento: uma mais otimista e outra que dependerá de incertezas críticas.
O destaque da edição número 11 da Pesquisa Empresas & Empresários (E&E) é a apresentação de prováveis cenários para Pernambuco nos próximos 25 anos. Especializada em estudos prospectivos, coube a consultoria Multivisão elaborar esses cenários numa tentativa de vislumbrar como será o “Pernambuco da Próxima Geração”, tema da pesquisa deste ano. O economista Sérgio Buarque construiu dois cenários básicos. A boa notícia é que a tendência de crescimento da economia pernambucana se confirma nas duas hipóteses, podendo ser moderada ou vigorosa. A intensidade vai depender de algumas incertezas críticas, vinculadas ao papel do governo e do empresariado local.
No cenário mais otimista, em 2035, o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado teria crescido cinco vezes em relação aos R$ 80 bilhões registrados em 2010, alcançando um valor equivalente ao atual PIB do Nordeste (R$ 439 bilhões), chegando a R$ 409 bilhões. Na hipótese mais moderada, a economia se expandiria pouco mais de três vezes, com o PIB atingindo R$ 255 bilhões.
Buarque cita um provérbio árabe para enfatizar que os cenários são hipóteses, com uma infinidade de possibilidades de nuances: “Quem prevê o futuro mente, mesmo quando diz a verdade”. “Para pensar o futuro de Pernambuco é indispensável que se olhe o ambiente externo, com atenção ao que acontece no contexto mundial e brasileiro”, destaca. Nos dois ambientes existem tendências consolidadas e incertezas, que poderão impactar e alterar os cenários.
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GBarbosa inaugura 1a loja em PE
A Região Metropolitana do Recife (RMR) receberá uma nova bandeira de supermercados. A GBarbosa, 4ª maior bandeira de setor varejista no País, chega ao mercado pernambucano com a primeira unidade instalada no número 1450 da avenida José Augusto Moreira, Casa Caiada, ao substituir o Bompreço de Olinda, que teve sua operação encerrada desde janeiro. A inauguração da loja está marcada para o primeiro dia do mês de setembro. Recentemente, a rede, originada em solo sergipano, realizou inaugurações de novos pontos de vendas no Ceará e Alagoas.
Procurada pela reportagem, a empresa, que pertence ao grupo chileno Cencosud, manteve segredo sobre o seu plano de expansão e não comentou sobre a chegada da marca no Estado, tampouco sobre a expectativa de aquisição de redes menores para massificar sua presença em Pernambuco. Pessoas ligadas à GBarbosa informaram que “devido ao porte do estabelecimento situado em Olinda, a loja deverá ser no formato de supermercado”, revelou a fonte. Atualmente, a rede dispõe de 61 lojas entre supermercados e hipermercados, nos estados de Sergipe, Bahia, Alagoas e Ceará. Além disso, a marca conta ainda com 54 farmácias e 48 lojas Eletro Show, um conceito diferenciado para o comércio de eletroeletrônicos que não dispõe de estoque, cujas vendas são praticadas com entrega em até 72 horas após a compra.
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Varejo cresce 5,31%
As vendas no comércio varejista da Região Metropolitana do Recife (RMR) fecharam o primeiro semestre de 2011 com um aumento de 5,31% na atividade comercial, mesmo se comparadas com o mesmo período do ano passado - quando o crescimento foi de 15%. O número de empregos e a massa salarial dos profissionais do setor sofreram impacto positivo com a alta, registrando acréscimo de 5,8% e 8%, respectivamente. Os dados fazem parte da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista da RMR, divulgada ontem pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio-PE).
O consultor econômico do Centro de Pesquisa (Cepesq) da Fecomércio-PE, José Fernandes de Menezes, enfatizou que a base alta de 2010 só ressalta o bom desempenho das vendas deste ano. “No primeiro semestre do ano, o varejo cresceu com taxa bem menor do que no ano passado, mas com um número muito bom se considerarmos as medidas do Governo, a restrição do crédito e a desaceleração da economia”, disse. A expectativa da Federação é de que o comércio continue cres¬cendo em 2011. “Este ano a economia está mais enxuta, mesmo assim a nos¬sa previsão é que o varejo do Recife deve crescer de 5,5% a 6%, enquanto o Brasil em torno de 4%”, avaliou.
Apesar da desaceleração em segmentos como veículos e bens duráveis (materiais de construção e móveis e decoração), estes setores são mais uma vez os responsáveis pelo bom resultado do comércio este ano. “A venda de veículos bateu o recorde esse mês. Já no ramo de móveis e decorações, o faturamento subiu mais de 23% nos primeiros seis meses do ano, puxado pelo aumento da renda e compra de novas habitações”, completou Menezes.
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Com incentivos fiscais, Votorantim reabre fábrica e anuncia expansão
Os índices de crescimento da economia pernambucana e, sobretudo do mercado da construção civil no estado, garantiram não apenas a reativação, mas também a expansão da fábrica do Cimento Poty, do Grupo Votorantim, no município de Paulista, Região Metropolitana Norte do Recife. A reabertura das portas da unidade e o futuro aumento da linha de produção foram feitos na manhã desta quarta-feira (27), pelo governador Eduardo Campos e pelo presidente da Votorantim Cimentos, Walter Schalka.
A empresa vai investir R$ 370 milhões na expansão que vai dobrar a capacidade de produção da planta que hoje é de 750 mil toneladas de cimento por ano – o equivalente a 15 milhões de sacos. As obras vão durar 22 meses e ao final dos trabalhos serão gerados mais 150 empregos diretos e 600 indiretos.
A linha de produção do cimento Poty foi reativada hoje em Paulista após 22 anos de paralisação. Para isso, recebeu incentivos fiscais do Governo do Estado através do Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe), que concedeu 75% de crédito presumido à empresa. O grupo investiu R$ 70 milhões e abriu 450 vagas de empregos diretos e indiretos em Pernambuco. “Queremos agradecer o apoio que nos permitiu colocar essa fábrica para funcionar nesse tempo tão curto, de apenas oito meses”, completou Fábio Ermírio de Moraes, membro do conselho administrativo da Votorantim.
A retomada na produção de cimento no estado faz parte do plano de expansão da Votorantim, que prevê investimentos de R$ 2,5 bilhões na construção de oito novas fábricas em sete estados brasileiros, consolidando R$ 5 bilhões em investimentos no período de 2007 a 2013 na construção e reativação de 22 unidades fabris.
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Construção civil e TI são áreas promissoras no Recife
Estudo do Sebrae feito pela FGV aponta 593 oportunidades de negócios na capital pernambucana
Recife – Construção civil, tecnologia da informação, comércio varejista e produção associada ao turismo são as quatro cadeias produtivas que mais vão gerar oportunidades de negócios com a Copa do Mundo de 2014 em Recife. A informação consta no estudo Programa Sebrae 2014: Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede, divulgado nesta terça-feira (26), na sede do Sebrae em Pernambuco, no Recife.
O estudo tem como base um levantamento nacional, no qual foram identificados noves setores que irão promover mais de 900 oportunidades para o segmento das pequenas empresas nas 12 cidades-sede do evento esportivo.
Em Recife, são 593 oportunidades, distribuídas nas cadeias produtivas de oito setores: construção civil (128) tecnologia da informação (80), têxtil e vestuário (50), turismo (76), produção associada ao turismo (83), comércio varejista (79), agronegócios (55) e serviços (42).
Para o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, o grande diferencial do estado é sua atuação no setor de tecnologia da informação, como o Porto Digital. Segundo ele, a instituição quer comemorar em 2014 não só o Brasil como vencedor da Copa, mas também o aumento da participação das micro e pequenas empresas (MPE) no Produto Interno Bruto (PIB), que hoje é de 20%. “Esse crescimento pode atingir de 25% a 30% do PIB. Temos condições de chegar a esses números. Será o grande legado. A participação das MPE na geração de emprego também pode crescer dos atuais 53% para 60%”, ressaltou.
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ADBV-PE homenageia destaques da Construção Civil
A atividade da construção civil em Pernambuco, em 2011, tem superado a média nacional impulsionando não só a economia do Estado como a do país. Visando homenagear os destaques deste setor, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PE) irá reunir empresários da área durante o Happy Hour Empresarial.
O evento, que acontece nesta terça-feira (26), às 19h, no Restaurante Barbarico Bongiovanni, em Boa Viagem, homenageia a personalidade e a empresa que mais se destacam pela atuação no mercado pernambucano. O presidente da Gabriel Bacelar Construções, Gabriel Costa Bacelar, e a Moura Dubeux Engenharia serão os agraciados no evento.
Segundo o presidente da ADVB PE, Leopoldo Albuquerque, a homenagem visa valorizar as empresas e os empresários que investem em qualidade, tecnologia e sustentabilidade. As duas empresas homenageadas pela ADVB têm se destacado no mercado pela empregabilidade e a inovação de seus projetos.
A Gabriel Bacelar Construções, por exemplo, conta atualmente com um quadro de mais de 1.000 funcionários e vem investindo através de programas como o Construir o Saber, na melhoria da qualidade de vida e da qualificação de sua mão de obra. Já a Moura Dubeux Engenharia alia a tradição ao desenvolvimento de projetos arrojados, como é o caso do condomínio de negócios, em implantação pela Cone, empresa do grupo.
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Sem restrições, Cade aprova compra da JMSantos pela GBarbosa
Ao todo, foram negociadas três unidades de supermercados e atacados. A aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) saiu hoje, 28/07, por unanimidade e sem restrições.
As lojas da rede JMSantos ficam na cidade de Feira de Santana, na Bahia. Com a aquisição, a rede GBarbosa, com sede em Sergipe, passa a ter 134 lojas. Segundo o relator do processo, no Cade, Carlos Ragazzo, a negociação foi aprovada porque as duas redes que vão concorrer, agora com a rede GBarbosa, em Feira de Santana são o Carrefour e Walmart. "Essas empresas têm condições de competir. Aliás, a GBarbosa está se recompondo justamente devido aos investimentos feitos pelos outros concorrentes”, explica Ragazzo.
Outras operações do mercado varejista que ainda devem ser avaliadas pelo Cade são a compra de Casas Bahia e Ponto Frio pelo Pão de Açúcar, a transação envolvendo Ricardo Eletro e Insinuante e o avanço da rede Magazine Luiza ao adquirir as Lojas Maia e o Baú da Felicidade.
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Liberada aquisição da Revlon pela Hypermarcas
A aprovação aconteceu ontem, 27/07, garantindo à Hypermarcas o controle da Bozzano, da Campos do Jordão, da Juvena e da Aquamarine. As duas primeiras são marcas de cremes de barbear e loções de uso após a barba. As duas últimas, de xampus e condicionadores. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) também aprovou ontem a compra da marca Bitufo, de produtos de higiene pessoal, pela Hypermarcas.
No caso da Revlon, o Cade concluiu que há amplo espaço para a competição e citou especificamente a concorrência com produtos da Avon, da L' Oréal, Johnson & Johnson, entre outras. Já em relação à Bitufo, a competição estaria garantida por conta de empresas concorrentes fortes como a Colgate e a Gillette.
Ambos os negócios foram fechados entre 2008 e 2010. Em novembro passado, a Hypermarcas assinou memorando de entendimento para a compra das empresas do segmento de higiene bucal IPH&C, DPH Distribuidora e Comercial Maripa, que atuam na fabricação e distribuição de produtos de higiene bucal, como as escovas de dente da marca Bitufo. O valor acertado foi de R$ 82,5 milhões.
Há três anos, em julho de 2008, foi acertada a compra de todas as marcas brasileiras da Revlon pelo equivalente em reais a US$ 104 milhões (na data, R$ 163,28 milhões). Na ocasião, a marca Bozzano representava 79% do faturamento da Revlon no Brasil.
Pelo relatório do primeiro trimestre de 2011 da Hypermarcas, ela lidera o mercado de cremes e espumas para barbear, com 45%. A unidade de higiene pessoal e beleza representa 36,9% da receita da Hypermarcas, que nos primeiros três meses do ano foi de R$ 845,2 milhões.
Desde 2007, quando abriu seu capital, a Hypermarcas já fechou mais de R$ 5 bilhões em aquisições. Esses negócios geraram mais de 20 processos no Cade, dos quais três continuam pendentes: a compra do laboratório Mantecorp, por R$ 2,5 bilhões, em dezembro do ano passado, e as aquisições da Farmasa (em 2008) e da Jontex (em 2009).
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Alimentação natural chega ao mercado pet
No auge da moda nos Estados Unidos, a alimentação fresca e natural para animais de estimação chega ao Brasil. Os portadores da novidade são os sócios Jörgen Dehlbom e Roberta Câmara que resolveramfabricar o produto em solo nacional sob a marca da PetDelícia, empresa própria com seis meses de existência. Apósumatemporada emterritório americano alimentando seus três mascotes com as rações congeladas, o casal chegou ao Brasil buscando dar continuidade à dieta. “Ficamos espantados, não havia esse tipo de ração emlugar nenhum”, comenta Roberta Câmara. Diante da dificuldade, a saída foi fabricar as refeições dos cachorros em casa. A posição do Brasil como segundo maior mercado pet do mundo foi o que despertou a criatividade da dupla. “Conforme viajávamos dentro do país, percebíamos a força do produto do ponto de vista comercial, então resolvemos investir”, explica a sócia. Há seis meses, o casal aplicou R$ 500 mil no empreendimento, considerando o investimento inicial e a contratação de profissionais especializados que pudessem dar aval ao produto final. Entre a equipe técnica estão uma nutricionista, uma zootecnista, uma veterinária e uma consultora, responsável pela roupagem comercial das refeições. Atualmente a empresa já tem 14 pontos de venda no Rio de Janeiro e já se prepara para chegar no mercado paulistano na próxima semana, no Pet Center Marginal, grande rede varejista do setor, dobrando esse número. A meta é atingir 150 pontos de venda no Brasil até o final do ano, com o avanço para Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Florianópolis. “Somos os primeiros e únicos no setor”, comemora Roberta. “Por isso temos muita pressa. Sabemos que o produto é inovador.” Uma vez que as refeições são vendidas congeladas, é necessário que o estabelecimento tenha um freezer, fornecido pela empresa no regime de comodato — utilizado enquanto o produto é comercializado. O investimento inicial da loja interessada em vender o produto é a primeira compra das refeições, que duram até seis meses no congelador. “Nossa única exigência é que o veterinário da loja seja simpatizante da alimentação natural”, ressalta Roberta. Produto Na prática, Roberta conta que a pesquisa para uma receita interessante, saborosa para os animais e visualmente bonita para os humanos levou algum tempo. Atualmente o menu da Pet- Delícia conta com quatro opções para caninos, mas a equipe já trabalha para criar mais duas refeições para cachorros e uma para felinos. Entre os ingredientes estão ovo, peito, moela e coração de frango, músculo, coração e língua bovina, além da carne de cordeiro. Entre os vegetais, as composições contam com arroz, cenoura, abobrinha, beterraba, inhame, chuchu, aveia, sementes de linhaça e abóbora, blueberry, alga marinha, entre outros. “Nós não trabalhamos com subproduto. A cadeia de aminoácidos é muito maior no peito de frango e a palatabilidade é muito maior para os animais”, defende Roberta. “O consumidor geralmente não tem noção de que se usa farinha de osso, penas, entre outros subprodutos na ração seca comum.” Há, no entanto, uma diferença de preço para o consumidor. Segundo Roberta, um cachorro da raça Poodle, de porte médio consome aproximadamente R$ 110 por mês, no caso da ração mais cara do mercado. No caso da alimentação PetDelícia, esse valor sobe para R$ 200. Atualmente, a PetDelícia aposta nas redes sociais como principal ferramenta de divulgação. Só no Facebook, a empresa tem 10 mil amigos e seguidores em busca de novidades. Cada novidade divulgada pelo Facebook conta com 150 a 200 cliques de “curtir” no perfil da empresa. “Fotos de cachorros interagindo com pessoas, por exemplo, já percebemos que dá muito acesso.” No Twitter, a aproximação fica por conta de especialistas e debatedores em temáticas relacionadas à saúde animal.
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EletroShopping inaugura novo CD
Na semana em que completa 17 anos de atuação nas áreas de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, a rede Eletro Shopping inaugura um novo Centro de Distribuição (CD). Será lançado na próxima sexta-feira, em Paulista, o espaço de 23 mil metros quadrados que demandou investimento de R$ 20 milhões. O centro conta com tecnologia de ponta e sistema informatizado de gerenciamento de armazém, denominado Saga WMS, que opera via radiofrequência. O empreendimento representa mais uma etapa de expansão da marca em Pernambuco. O espaço vai gerar 230 empregos diretos.
A informatização do centro inclui entrada e saída de mercadoria feita com leitura ótica. “Moderno, ele vem suprir a logística que precisamos para crescer. Quanto mais rápido entregarmos o produto, mais chance de expandir lojas”, disse o vice-presidente da rede, Fernando Freitas. De acordo com ele, o CD constitui o maior centro de distribuição de varejo do Estado. Atualmente, há depósito nos estados de Alagoas, Ceará e Paraíba, além de Pernambuco. “Este é o maior do Nordeste, não te nho conhecimento de outro com essa infraestrutura e sistema”, ressaltou o diretor. O CD anterior, ainda segundo ele, tinha menor capacidade de armazenagem.
O novo CD tem 12 metros de pé direito, dois mil metros de mezanino para armazenagem de estofados, seis empilhadeiras elétricas de última geração e 40 docas com 40 plataformas niveladoras. Atualmente, Pernambuco conta com 97 unidades da marca. Em 2010, o faturamento da rede pernambucana foi de R$ 800 milhões e a expectativa para este ano é de R$ 1 bilhão.
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Vendas da Danone estão em alta no Brasil, mas em queda mundialmente
A companhia francesa reportou hoje, 28/07, queda de 0,2% no volume de lácteos vendidos no segundo trimestre do ano, sem considerar aquisições ou disposição de ativos, devido a aumento de preços. No semestre, na mesma divisão, houve alta de 1,4%. Segundo Mariano Lozano, presidente da Danone, no Brasil a coisa é diferente. As vendas estão crescendo na casa dos dois dígitos.
A Danone, que fábrica produtos lácteos, também fez aumentos de preços (de percentuais variados) no Brasil, por conta da alta nas commodities. Mesmo assim, as vendas continuaram crescendo. Os produtos mais vendidos, segundo Lozano, foram a linha Danoninho e Activia.
De acordo com Lozano, o volume de Danoninho nos últimos quatro anos mais que dobrou. "Já somos o País com maior volume dessa linha dentre todos os mercados em que a Danone atua no mundo”, revela o executivo, acrescentando ainda que as vendas de Activia correspondem a um quarto do faturamento da empresa no Brasil.
Um dos motivos para o bom resultado de Danoninho no País foi o lançamento da versão leite fermentado da marca, em abril. Nos primeiros quatro meses do ano, conforme a Nielsen, a categoria cresceu 9,2% em volume. Nessa categoria, os líderes de mercado são Chamyto, da Nestlé e Yakult, da japonesa Yakult.
A companhia reportou que seu lucro operacional (englobando todas as categorias de produtos) cresceu 6.9% no semestre, alcançando 1,396 bilhão de euros (US$ 2,01 bilhões). Incluindo águas, as vendas cresceram 8,7% no semestre, chegando a 9,728 bilhões de euros, considerando a mesma base de ativos.
A divisão de águas foi a que teve melhor resultado globalmente para a companhia, com 18,5% de alta nos volumes, no segundo trimestre, considerando-se a mesma base, graças à demanda na Europa Ocidental, durante abril e maio, e também por conta de aumento de vendas no Japão, devido ao tsunami que atingiu o país em março.
Para o ano todo de 2011, a Danone manteve sua expectativa de alta de 6% a 8% nas vendas. A empresa acredita que o preço das commodities deve continuar subindo, o que resultaria em uma variação de 6% a 9% superior aos preços de 2010.
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Frevo vai retomar a produção na 5ª
A Frevo anunciou ontem que irá voltar às atividades nesta quinta-feira, quando completa duas semanas de paralisação devido à uma crise financeira, que resultou, entre outras consequências, no corte de energia da fábrica, localizada na Zona Sul do Recife, e na falta de pagamento aos funcionários. Hoje a fábrica conta com quase 400 trabalhadores e possui filiais na Bahia e no Ceará. Estamos recebendo um aporte financeiro particular, comunicou o diretor de marketing e assessor de imprensa da Frevo, Garnier Cruz. A origem e o valor do dinheiro não foram divulgados, mas sabe-se que apenas com a Celpe a dívida da empresa presidida por Sidney Wanderley gira em torno de R$ 650 mil.O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Bebidas de Pernambuco (Sindbeb-PE) se posicionou dizendo que continua desesperançoso. Não é de hoje que estamos nessa situação com a Frevo, comentou o secretário de comunicação do Sindbeb, Adilson José Almeida, que alega ainda problemas dos funcionários com INSS, FGTS e decisões judiciais em relação a verbas indenizatórias. Dependendo do andamento, os trabalhadores estão dispostos a entrar com pedido de rescisão indireta de contratos, salientou.
O valor que recebemos será utilizado para quitar dívidas com a Celpe, comprar matérias-primas e pagar salários atrasados, detalhou Cruz, que aproveitou para comunicar o estudo de novas campanhas de marketing e a procura de parceiros, sobretudo no interior, para alavancar as vendas e distribuições. A Frevo, inaugurada em 1997, hoje produz apenas refrigerante, cerveja (da marca própria, Bossa Nova e Colônia) e água mineral. Em seu histórico, constam produtos como café, achocolatado, aguardente, sucos e refrescos. A empresa pretende voltar às atividades com a mesma capacidade produtiva diária de 132 mil unidades de refrigerante e 300 mil caixas mensais de cerveja.
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P&G traz ao brasil amaciante Downy
A P&G Brasil traz ao País a marca global de amaciantes Downy: líder de mercado nos Estados Unidos e no Canadá. Segundo a fabricante, sua fórmula é 4 vezes concentrada: a embalagem tradicional de 500 ml rende o mesmo que a garrafa de amaciante diluído de 2 L, mas com um custo-benefício superior, pois custa 80% de seu valor. No Brasil, Downy está disponível nas versões Brisa de Verão (azul), Lírios do Campo (roxa), Jardim de Rosas (vermelha), Frescor da Primavera (rosa) e Amanhecer Tropical (amarela).
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Nova fralda Turma da Mônica Soft Touch Max
A Kimberly-Clark Brasil, multinacional do segmento de higiene pessoal e doméstica, lança a fralda Huggies Turma da Mônica Soft Touch Max, decorada com os personagens das histórias de Mauricio de Sousa. Para anunciar o novo produto, está prevista a veiculação de anúncios em revistas, filmes para TV, ações online e nos pontos de venda e materiais para divulgação nas lojas.
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Pepsico lança Lucky Natchos para atingir classes C e D
A LUCKY®, marca da PepsiCo, fabricante das linhas de snacks TORCIDA®, FOFURA® e LUCKY®, amplia seu portfólio com LUCKY® Natchos, tortilhas de milho, sabor queijo. O lançamento faz parte da estratégia da companhia de ampliar a oferta de produtos voltados ao crescente mercado das classes C e D, nas regiões Sudeste e Nordeste do país, oferecendo snacks saborosos, de qualidade, a preços acessíveis. A marca espera crescer 13% em volume de vendas em 2011, em comparação ao ano anterior. Neste ano, a linha relançou snacks clássicos como LUCKY® Batata Chips, LUCKY® Batata Palha, LUCKY® Bacon e LUCKY® Mini Churros com novas embalagens, e com o novo produto, posiciona-se como uma marca multicategoria em snacks. “Ao oferecer um bom custo benefício, aliado ao sabor único e qualidade, LUCKY® conquistou o público, com grande aceitação como uma linha de produtos para toda a família. Com LUCKY® Natchos, que vem em uma embalagem mais moderna, visamos também aumentar nosso mercado junto ao público jovem” – afirma Christianne Rego, diretora da unidade de negócios Lucky.
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Classe C lidera uso de cartão nas compras pela internet
Segundo a pesquisa “O Observador 2011”, quem quer ter sucesso nas vendas online para o público da classe C deve disponibilizar uma boa gama de opções para pagamento via cartão de crédito. Isso porque, segundo o estudo, 76% desses consumidores optam por esse tipo de cartão ao realizar comprar eletrônicas.
O índice supera, de longe, a preferência por cartão de crédito na classe D/E, que atinge apenas 42%. Mesmo entre os consumidores A/B, o percentual de pessoas que utiliza a forma de pagamento na internet é inferior: 72%.
Norte e Centro-Oeste são as regiões que concentram a maior porcentagem de uso dos cartões de crédito nas compras online, com 82% de preferência. Em seguida aparece o Sudeste, com 78% e o Nordeste (61%). A menor utilização dos cartões foi registrada no Sul, onde apenas 44% dos consumidores o utilizam ao fazer comprar pelo computador.
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Classes D e E querem cosméticos sofisticados
O consumo de perfumes, cosméticos e produtos de higiene deve crescer cerca de 5% ao ano em volume até 2015. Já em valor, a expectativa é que os negócios do setor cresçam ao ritmo deflacionado de dois dígitos, passando de R$ 27,3 bilhões em 2010 para R$ 50 bilhões em 2015, sem considerar impostos e a margem de lucro do comércio. As projeções são de uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) e da consultoria Booz & Co. A explicação para as cifras crescerem a um ritmo mais rápido que o volume é a preferência crescente do mercado por produtos de maior valor agregado. "O batom tem que ter protetor solar, o sabonete tem que ser hidratante ou antisséptico, a tintura de cabelo não pode ressecar. Os produtos mais simples, que atendiam estritamente à função deles, estão desaparecendo", diz o diretor-executivo da Abihpec, Manoel Simões. O consumidor mais exigente não se restringe à população de alta renda. Pelo contrário, os produtos sofisticados avançam com mais rapidez nas classes D e E. Para além do sabonete e do creme dental, elas frequentam cada vez mais as gôndolas de antissépticos bucais, hidratantes, protetores solares e colônias. Um exemplo: em 2009, 85% dos lares das classes D e E passaram a usar colônia - em 2004, esse percentual era de 66%. Nas classes A, B e C, a penetração da categoria é próxima de 90%.
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Walmart leva TodoDia para Escada
As obras da futura loja da rede “Todo Dia” em Escada já começaram. A nova loja ficará na Rua Comandante José Pereira, principal acesso ao município e um dos novos e importantes corredores comerciais da cidade. A loja deverá ser inaugurada ainda este ano.
A rede TodoDia pertence ao grupo Walmart, o maior conglomerado varejista do mundo, que recentemente anunciou oito novas lojas no Estado. Escada foi um dos destinos estrategicamente definidos pela rede americana para o novo empreendimento, considerando o crescimento populacional e os os novos padrões econômicos conquistados pelo município nos últimos anos.
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Nova Schin cresce até 15% no NE
Com crescimentos estimados entre 10% e 15% por ano no Nordeste, a Nova Schin investe em mais uma ação promocional para conquistar uma fatia ainda maior desse mercado. A porcentagem de participação não é revelada pela empresa, mas Guilherme Moraes, diretor da Schincariol, garante que a região é fundamental para o sucesso da marca, que entrou na competição comercial de cervejas ainda em 2003.
Pelo sexto ano consecutivo, a Nova Schin é a patrocinadora oficial do Fortal, que ocorre desde ontem em Fortaleza. O apoio à festa cearense corresponde a 20% dos investimentos em mídia, eventos e ativação de trade em todo o Nordeste, que inclui financiamentos para o São João da Paraíba e Carnaval de Salvador, por exemplo.
"Esses investimentos em manifestações culturais são prioridade para a marca. Nós não podemos mensurar antecipadamente o incremento em vendas e, principalmente, em imagem da marca, mas certamente será significativo", aposta Moraes. A ação da Nova Schin inclui toda a comunicação visual da Cidade Fortal, um camarote especial para relacionamento com clientes, e um trio promocional, onde os clientes que comprarem R$ 90,00 em cervejas da marca, nos supermercados participantes da Capital, ganharão um abadá para este bloco. A Schincariol opera com uma fábrica no Estado, em Horizonte, região metropolitana de Fortaleza. A unidade fechou o mês de junho com 239 funcionários diretos. Guilherme Moraes afirma que a produção de cerveja cearense é suficiente para abastecer o mercado local e ainda atender estados próximos.
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